dia-do-colono-4-capaA ampliação da tradicional Festa dos Motoristas, abrangendo a comemoração ao Dia dos Colonos, celebrada na mesma data, pode resultar no surgimento de um novo evento festivo para o calendário de promoções comunitárias de Taquara. A programação realizada durante todo o final de semana passada superou as expectativas dos organizadores, que já pensam em aumentar ainda mais o leque de atrações para o próximo ano.
Nem mesmo a chuva forte que caiu nas primeiras horas da tarde do sábado atrapalhou a promoção, que registrou um público aproximado de 5 mil pessoas durante os dois dias. Além do desfile de carretas (foto) programado para o sábado, o domingo foi marcado pelo culto ecumênico na capelinha de São Cristóvão, e desfile de veículos, que mais uma vez atravessou o centro de Taquara em direção à sede da Associação. Na sequência, o almoço registrou presença de 1400 pessoas e durante a tarde, o baile animado pelo Musical JM também registrou grande presença de público.

O assassinato do ex-vereador parobeense Elemar Miguel Schaefer, o Nego Schefa, completará quatro meses neste sábado, dia 31 de julho, ainda sendo um mistério para a polícia. Um matador de aluguel, considerado suspeito do crime, chegou a ser preso mas não confessou a autoria e a polícia não consegue pistas que ajudem a identificar quem, entre vários que teriam motivos, ordenou a morte.
Envolvido em polêmicas desde a época em que foi vereador por dois mandatos, Nego Schefa era o tipo de pessoa que despertava sentimentos ambíguos. “Ele era amado e odiado por muitos,” define o titular da delegacia de Polícia Civil de Parobé, Rosalino Seara, explicando porque considera que existe um grande leque de suspeitos. Além de ter criado inimigos através de sua atuação política, ele também se envolveu em outros episódios violentos na sua vida pessoal.

toca1Surgida há mais de 50 anos em Taquara, uma entre tantas histórias daquela época, ainda hoje possui resquícios de preservação. É a da Toca do Carapite (foto),  cujo nome pode sofrer variações: Carapiche, Carrapiche, Carapito, Carapicho ou Carrapicho. O local, situado na rua Edmundo Saft, no bairro Sagrada Família, guarda uma série de especulações do passado, e recentemente recebeu serviços de limpeza para a retirada de mato e entulhos.
Os primeiros cuidados com a toca, ainda no início do ano, foram realizados por conta de Fausto Auler, filho dos proprietários de uma casa cujo terreno inclui a área da referida toca. O segundo reparo foi realizado pela Prefeitura de Taquara, após um pedido do responsável pelo museu municipal, Carlos Trott. Quando criança, Fausto, Carlos, seus amigos e vizinhos gostavam de brincar no local, no entanto, eram ainda muito pequenos para lembrar de histórias que afastavam da toca crianças de outra geração, as quais temiam se quer passar por perto dela. Isso porque, dizem que a escavação era a vivenda de um ser horrendo e sobrenatural.

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