As belezas naturais do Vale do Paranhana, a natureza agredida, as ações de preservação. Questões como estas são a proposta de enfoque do concurso fotográfico que será promovido neste ano pelo Jornal Panorama, desta vez sob denominação renovada – Paranhana em Foco 2010.  A promoção assinalará os aniversários dos seis municípios do Vale do Paranhana.
A sequência de concursos começará por Rolante, que completa 55 anos em fevereiro. As melhores fotos do concurso irão compor caderno comemorativo que circulará em março, durante a festa do município, quando também acontecerá uma mostra fotográfica.
A prática se repetirá em abril nos municípios de Riozinho e Taquara; em maio para Parobé e Três Coroas; encerrando em junho no município de Igrejinha.
O regulamento e a premiação estão sendo ultimados, de acordo com parcerias que o jornal constrói para a promoção, que neste ano não diferenciará amadores de profissionais, mas garantirá, em cada cidade, a premiação de pelo menos um fotógrafo local.
Neste ano, além dos aniversários das cidades, os  concursos comemoram também os 35 anos do Panorama, que transcorrerão em setembro. Naquele mês, uma segunda etapa do concurso apontará as melhores fotos colhidas no Paranhana, entre todas as que forem inscritas nos seis municípios.
ATENÇÃO FOTÓGRAFOS DE ROLANTE E REGIÃO
Panorama alerta para que os amantes da fotografia iniciem desde já a colher imagens que retratem a natureza e as questões ambientais de Rolante. O regulamento final e a premiação serão divulgados até o final desta semana. Fique atento!

Promovendo concursos fotográficos nas cidades do Vale do Paranhana, o Jornal Panorama construiu um abrangente acervo de imagens que registram usos, costumes, patrimônio histórico e belezas naturais da região. A série “Em Foco”, que em 2009 teve cinco concursos (Taquara, Parobé, Igrejinha, Três Coroas e Rolante) está agora disponível na internet, com galerias que permitem conferir os trabalhos inscritos nas promoções.

Para visualizar as fotos, clique aqui.

perfil1Ritiele Araujo Stumm, 18 anos, natural de Taquara. É filha de Merly Araujo Stumm (48) e Egon Osvaldo Stumm (52) e tem duas irmãs: Angela (27) e Marilu (26). É casada com Eduardo Vargas Luz, está cursando o primeiro semestre de Fotografia na Ulbra e atua como fotógrafa no Stúdio Thomas de Parobé.

De onde surgiu seu gosto pela fotografia?
Foi quando comecei a trabalhar aqui no Stúdio Thomas, aos 16 anos. Este foi meu primeiro emprego e, no início, eu  ficava nervosa e com medo de tirar as fotos, pois é uma grande responsabilidade. Agora encaro de maneira normal, pois fiz cursos e participei de palestras sobre o assunto. Além disso, recebi a ajuda e o apoio dos meus chefes, Paulo e Marga (Tomas) que já trabalham com fotografia há bastante tempo – ele há 34 anos e ela há 20. Também neste semestre estou iniciando a faculdade de Fotografia e tenho curiosidade em ver como o trabalho era feito antes da “era digital”.

Comente sobre sua participação nos concursos fotográficos promovidos neste ano pelo Jornal Panorama e parceiros da região.
Li sobre a realização dos concursos no Panorama e convidei meu tio para me levar a fim de fazer as fotos. Participei de três concursos, tendo trabalhos classificados em Rolante e Taquara e, no de Parobé, ganhei primeiro lugar na categoria profissional. Fiquei um pouco em dúvida sobre o que mostrar, pois queria saber o que era mais importante para cada cidade. Já aqui em Parobé acordei uma certa manhã com a ideia de usar a estação de trem. Imaginei um casal num banco, mas, quando cheguei lá, não havia banco. Então, convidei a irmã da minha sogra, o marido dela e também meu primo, para formarem um casal com o neto esperando o trem para viajar. Peguei as boinas e guarda-chuvas aqui no estúdio e saí atrás da mala e de roupas antigas. Assim que tive a ideia, comentei com meus pais que achava que ganharia o concurso. Fiquei muito feliz com o resultado e dei a máquina digital que eu já tinha para o meu tio, ficando com a que recebi na premiação.

O que é preciso levar em conta para se ter uma boa foto?

Quando vamos fazer books é preciso deixar as pessoas bem à vontade. Já nas demais fotos, temos que ter um olhar diferente para captar o que chama a atenção em algo que parece comum.

Quais são suas impressões de Parobé?
Gosto de morar em Parobé, pois toda a minha família é daqui. É um bom lugar  para trabalhar, contudo, acho que a vigilância poderia ser melhorada, para termos mais segurança.

Quais são suas principais características pessoais?
Todos os dias estou de bom-humor e sempre sorrindo. Sou uma pessoa simpática, sincera e também um pouco intrometida.

O que você gosta de fazer em suas horas vagas?
Quando tenho tempo livre, estou sempre visitando meus familiares. Também gosto de assistir a filmes e fazer jantares com o Eduardo.

Como você conheceu seu marido e o que mais admira nele?
Éramos amigos e, então, começamos a namorar. Foi tudo bastante rápido e já há um ano estamos morando juntos. O que mais admiro nele é sua sinceridade.

O que lhe tira do sério: pessoas estressadas, ciumentas e falsas.

O que considera de mais importante ter aprendido com seus pais?
A honestidade, a sinceridade e o bom caráter.

Quais são seus planos para o futuro?
Pretendo investir sempre e cada vez mais na fotografia, estudando bastante e tendo mais conhecimentos para crescer profissionalmente.

Prato predileto: massa.

Uma habilidade: cozinhar.

Uma lembrança marcante: tudo do tempo de escola. Tenho saudades dos meus ex-colegas.

Um lugar: praia.

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