Da tradição à diversão, e vice-versa: Halloween da Bluebird é a expectativa do ano para o público da escola

Personagens e histórias divertem alunos e familiares, que aprendem brincando, principalmente o idioma inglês.

Uma das atividades esperadas da festa é o Mummy Game (no qual cada time tem que fazer uma múmia, enrolando papel higiênico em um dos participantes). Foto: Bluebird/ Divulgação.

A Bluebird é uma escola taquarense, que se propõe a levar os alunos à fluência no idioma inglês. Para isso, conforme a proprietária e professora, Margareth de Aguiar, realiza uma série de atividades que garantam experiências únicas aos alunos, principalmente se estiverem relacionadas ao idioma estrangeiro. Nesse sentido, Margareth conta que a festa de Halloween, neste ano realizada no dia 25 de outubro, tem se tornado a programação mais aguardada pelo público da instituição. E não apenas pelos alunos.

Segundo ela, na Bluebird, o Halloween deixou de ser apenas uma festividade. Tornou-se um evento de confraternização entre pais, alunos e professores, onde a inspiração é o próprio Halloween, sua história, tradição, lendas, personagens e brincadeiras. Margareth conta que a expectativa pela festa aumenta a cada ano. Tanto, que a escola se transforma com os preparativos que iniciam um mês antes. Todo ano predomina um tema, símbolo ou personagem que se destaca na decoração, convites, e demais itens necessários. E toda comunidade escolar contribui com a confecção de cada detalhe.

Escola também promove desfile para escolha da fantasia mais engraçada. Nessa edição, foi eleita a fantasia mais assustadora. Foto: Bluebird/ Divulgação.

A preparação, a escolha das fantasias para o dia da festa, e todo o processo de pesquisa sobre a origem do Halloween, as lendas, acaba influenciando também no desempenho do aprendizado. Principalmente do público infantil, conforme relata Margareth. “Todos se envolvem de uma forma bem especial. Se sentem úteis quando sugerem alguma ideia para adaptar à programação. Isso, com certeza, reflete no aprendizado. Se conectam ao idioma inglês e se preparam para os jogos que fazemos no evento – todos orientados no idioma”, explicou a professora.

Margareth diz que dá trabalho organizar a festa todo ano, mas é muito gratificante ver os resultados e receber o feedback positivo das famílias. “Nosso objetivo é promover a diversão. E nisso nos tornamos especialistas. Todos nós. Esse é o diferencial, pois estamos no mesmo clima. É uma festa para espantar o mal com imagens assustadoras, brincadeiras, doces, muita alegria e diversão”, descreveu.

Tradição, seguida à risca

Apple Bobbing (onde os participantes têm que morder uma maçã pendurada, sem o auxílio das mãos) é um dos desafios do Halloween da Bluebird. Foto: Bluebird/ Divulgação.

Margareth destaca que o Halloween da Bluebird segue a tradição à risca. As crianças aguardam pelas brincadeiras típicas como o Apple Bobbing (onde os participantes têm que morder uma maçã pendurada, sem o auxílio das mãos), a confecção do Punch (que é feito com a ajuda dos alunos), o Mummy Game (no qual cada time tem que fazer uma múmia, enrolando papel higiênico em um dos participantes), o Treasure Hunt (caça ao tesouro) e o Costume Contest (concurso de fantasia).

“Fazemos a festa de Halloween na escola, desde 2013. Antes disso, eu já organizava festas do gênero, mas, na Bluebird, a tradição se tornou muito gostosa. Até os imprevistos nos divertem, como aconteceu nessa edição. Foi muito engraçado porque, na segunda rodada do Punch, o pote quebrou e veio uma cascata da bebida em cima de mim”, lembrou, sorrindo, Margareth. “Já estamos planejando a próxima edição do Halloween da Bluebird”, confidenciou ela.

Confira a galeria de fotos do Halloween da Bluebird 2019: