Câmara aprova mais 28 contratações emergenciais para a Prefeitura de Taquara


Vereador Luis Felipe Lehnen (PSDB) propôs processo seletivo, que foi rejeitado pelos colegas.


A Câmara de Vereadores de Taquara aprovou, em sessão extraordinária no último dia 6, mais uma leva de contratações emergenciais para a Prefeitura. Desta vez, foram autorizadas a admissão de 28 profissionais, até 15 de dezembro, para atuação, principalmente, nos setores de obras. A medida gera controvérsia, uma vez que vereadores de oposição tem questionado o que consideram excessivo número de contratos emergenciais e reclamam a realização de concurso público. Vereadores que apoiam a administração de Taquara dizem que o Executivo se comprometeu a realizar concurso ainda no segundo semestre deste ano.

Foi autorizada a contratação de 14 operários, que trabalharão nas secretarias de obras e distritais. Todos atuarão 40 horas semanais. Outras 12 contratações serão de motorista/operador de máquina, a serem lotados nas mesmas secretarias e com atuação de 40 horas semanais. Serão contratados, ainda, dois pedreiros para atuação na Secretaria de Obras, com carga de 40 horas por semana.

Na mensagem do projeto, o prefeito Tito Lívio Jaeger Filho argumenta que as contratações são necessárias para “suprir vagas em decorrência de aposentadorias, licenças saúde, pedidos de exoneração de servidores efetivos, bem como o aumento de demandas”. Afirma, ainda, que estas vagas serão atendidas futuramente com a realização de concurso público, “mas enquanto estiver em fase de tramitação, o Poder Executivo requer a autorização para contratar servidores em caráter excepcional e por tempo determinado”.

Mais uma vez, na discussão deste projeto, o vereador Luiz Felipe Luz Lehnen (PSDB) propôs emenda para que a contratação dos profissionais se dê mediante a realização de um processo seletivo simplificado, com ampla publicidade e regulamentação da seleção por decreto. Mas, Lehnen foi derrotado por 10 votos contra dois, sendo favoráveis à seleção apenas o próprio proponente e o colega Nelson José Martins (PMDB). Na votação do projeto, sem a emenda de Lehnen, todos os 12 vereadores presentes à sessão foram favoráveis.

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