Definidos integrantes de CPI que investigará Festa do Trabalhador de Parobé

Membros da comissão foram escolhidos a partir de requerimento da oposição.
Vereadores integrantes da CPI e servidora técnica que auxiliará nos trabalhos investigativos. Divulgação / Eduarda Rocha

A Câmara de Vereadores de Parobé informou que foram definidos, nesta semana, os membros da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) criada para investigar apontamentos referentes a pagamentos de artistas na programação da Festa do Trabalhador, realizada em maio. Marcelo Pereira dos Santos (PDT) presidirá a Comissão, que terá Henrique Rafael dos Santos (PDT) como relator e o vereador Jorge Graminha (PP) como integrante. A CPI foi criada a partir de requerimento formulado pela oposição à administração de Irton Feller (MDB), que enxergou possíveis irregularidades em pagamentos da festa.


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Ainda conforme a Câmara, a servidora e técnica legislativa Aline Costa dos Santos foi designada para atuar como secretária da comissão, assim como o servidor Gilnei Nunes da Costa, que auxiliará no trabalho da CPI. O advogado da Câmara de Vereadores, Paulo Negrelli, também foi designado para acompanhar os trabalhos do grupo de vereadores. “Na próxima reunião o relator deverá apresentar um programa de trabalho, para dar continuidade a este processo de forma organizada e dentro do que esta determinado no regimento interno”, afirma Pereira.

Recentemente, os vereadores Dari da Silva (Pros) e Maristela Rossato (PT) apresentaram, em entrevista à Rádio Taquara, as dúvidas em relação à Festa do Trabalhador. Uma delas gira em torno de um show do grupo infantil Os Peraltas, contratado por R$ 43 mil pela Prefeitura. Os vereadores pediram um orçamento ao grupo e obtiveram o valor de R$ 7 mil. Em nota e resposta ao Jornal Panorama, o grupo Os Peraltas disse que cobrou da empresa que vendeu o show para a prefeitura o valor de mercado e não tem responsabilidade sobre o preço praticado por essa empresa. O prefeito Irton Feller (MDB) negou, recentemente, também em entrevista à Rádio Taquara, qualquer irregularidade e criticou o uso político da CPI contra a administração municipal.


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