Estudantes de Igrejinha desenvolvem protótipo de sistema para alerta de cheias

Educação

Régua com sensores seria instalada em pontos estratégicos com a emissão de sinal sonoro.

Alunos da Escola Machado de Assis apresentaram proposta a integrantes da Defesa Civil da região. Divulgação

O problema das cheias ainda é muito comum na região e, sempre que há uma chuva mais forte, deixa preocupados diversos moradores. Pensando em ajudar na prevenção, alunos do sexto ano da Escola Machado de Assis, de Igrejinha, desenvolveram, desde março, um projeto para alertar os moradores de áreas ribeirinhas a respeito de possíveis enchentes. Trata-se de um sistema eletrônico que emitiria sinal sonoro em caso de elevação do nível dos rios. A iniciativa já contou com as etapas de pesquisa bibliográfica e de campo, assim como construiu um protótipo da régua de medição equipada com sensores que faria o monitoramento. O trabalho foi totalmente executado pelos estudantes, com a supervisão dos professores Ademir Fernando Metzger Júnior e Lorisani Maria de Leão, contando com a ajuda do técnico Nickolas Both na parte eletrônica.


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Segundo os estudantes, a régua sensorizada seria instalada em pontos estratégicos nos principais arroios e no Rio Paranhana, monitorando o nível de elevação das águas. Alcançando determinados índices, emitiria um alerta sonoro imediato a ser supervisionado pela população, devidamente orientada em casos de possíveis cheias. Os estudantes afirmam ter constatado importante relevância social nos estudos desenvolvidos, devido à colaboração com o monitoramento hídrico do município, auxiliando a comunidade em casos de cheias.


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O projeto já participou da Feira de Iniciação Científica de Igrejinha e, recentemente, conquistou credencial para a sua apresentação no Nordeste. Recentemente, também foi apresentado aos integrantes das corporações de Defesa Civil da região, que demonstraram interesse em implementar em suas rotinas de monitoramento este sistema de prevenção. Conforme o professor Ademir, as próximas etapas serão de aprofundamento de estudos sobre a vulnerabilidade da região e implementação, nos próprios locais, no Rio Paranhana ou em arroios de Igrejinha.

Alunos fazem demonstração do projeto que conquistou credencial para divulgação no Nordeste. Divulgação