EDUCAÇÃO

Estudantes fazem levantamento sobre plantas medicinais na comunidade de Padilha

Trabalho de alunas da escola Júlio Maurer foi apresentado a vereadores.

A Câmara de Vereadores de Taquara promoveu reunião, na manhã desta quinta-feira, reunião para a apresentação do estudo etnobotânico das plantas medicinais da comunidade de Padilha. O levantamento foi feito pelas estudantes Leonarda Manuela Peters, Nicole Francine Peters Frelich e Larissa Pires Moraes, do oitavo ano da Escola Municipal Júlio Maurer. As alunas foram acompanhadas pela vice-diretora e bióloga Melissa Vilches Pires na apresentação do projeto aos vereadores. A reunião foi proposta pelo presidente da Câmara, Guido Mário Prass Filho.


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Conforme as alunas, a etnobotânica de plantas medicinais estuda comunidades de seres humanos e suas relações com as plantas medicinais através da valorização do conhecimento popular que passa de uma geração para outra. O objetivo geral é avaliar o conhecimento popular tradicional de plantas medicinais da comunidade de Padilha, em Taquara, e, também, estabelecer um perfil das pessoas que possuem o conhecimento popular tradicional sobre as plantas medicinais; identificar as plantas medicinais mais utilizadas pela comunidade de Padilha, bem como suas indicações e formas de preparo; comparar as indicações das plantas medicinais mais citadas pela comunidade com a literatura; confeccionar um material informativo digital e impresso para divulgação das espécies mais utilizadas e outras informações importantes.


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O presidente do Legislativo, vereador Guido Mario, informou às alunas e à professora que pretende criar e desenvolver ferramentas na construção de um projeto pedagógico que poderá ser implantado junto às esolas municipais, quanto ao cultivo e uso de plantas medicinais, que poderão ser consumidas pelos professores, funcionários, alunos e familiares para a prevenção e combate às doenças. Também participou da reunião o vereador Luis Felipe Luz Lehnen.

Estudantes apresentaram estudo feito no interior aos vereadores de Taquara. Divulgação/Neusa Souza