Há mais coisas entre o Céu e a Terra, meu caro Horário


Tem gente que não acredita que o universo foi criado por um Ente, ou entes..


Tem gente que não acredita que o universo foi criado por um Ente, ou entes superiores. Para esses, toda essa grandiosidade/complexidade simplesmente surgiu por nada, por acaso.

Para esses, também, nossas vidas são guiadas apenas por escolhas, nossas próprias escolhas (esquecem que há tempos em que nem sabemos o que queremos, em que nem sabemos controlar escolhas, épocas em que nem nos damos conta que existem) e que são tais escolhas que nos levam então aos acasos. Por exemplo: “você escolheu isso o que te levou a por acaso…”. Entenderam?

No meu caso, e não acaso, eu acredito que sim, nos movemos através de nossas escolhas, mas também, como o grande Shakespeare já refletiu em quase todas suas peças, que não estamos sós nesse movimento. Creio numa coisa tão antiga quanto o mundo, ou seja, senão sempre, algumas vezes sinais nos são enviados, sinais que nos ajudam a definir nossas escolhas. Por exemplo, certas “coincidências” serão apenas “coincidências”?

Exemplos dessa minha crença, vários. Desde pequenos, detalhes a fatos maiores. O mais recente está ocorrendo agora. Na verdade, começou nas férias de verão, janeiro deste ano, quando iniciei uma história que, entre outras coisas, envolve mistérios espaciais, pinball, a banda The Who, e o filme Tommy – ópera rock criada por tal banda.

De repente, mês passado, a notícia de que o The Who, que nunca veio ao Brasil, vai tocar num Festival em São Paulo. Tudo bem, ok. E mais recente: o The Who vai dar um pulo em Porto Alegre…

E eu fazendo um conto sobre eles.

Mais: minha história já em seus términos, eis que, último sábado, numa lancheria central daqui, me surge uma… máquina de pinball, seu tema o filme Independence Day. Há poucos dias está ali e provavelmente é a única em toda a nossa cidade.

Mais: semana anterior, leio na ZH que um grande evento sobre um determinado assunto, importante no meu texto, ocorreu aqui na região, evento que por aqui fazia tempão não acontecia. Finalizando, esta semana, num seriado, um personagem aparece com as mesmas características determinantes do personagem central do meu conto.

Tantas coincidências para um só episódio, fazem pensar, não é caro Horácio?

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