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Hospital de Taquara: Titinho busca adiantar tratativas com Estado para nova instituição assumir

O prefeito de Taquara, Tito Lívio Jaeger Filho, se manifestou, na tarde desta sexta-feira (6), sobre o anúncio da Associação Silvio Scopel de que está renunciando à gestão da casa de saúde. O chefe do Executivo afirmou que pretende adiantar, com o governo do Estado, as tratativas para que uma nova instituição possa assumir o hospital. Segundo Tito, a prefeitura estava dentro do cronograma destas tratativas, visto que a própria Justiça Federal havia fixado a data de 18 de março para a apresentação de um plano viável de gestão para o hospital. Mas, agora, o prefeito afirma que pretende agilizar estes debates.


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A ideia do prefeito é, já no começo da próxima semana, se reunir com o governo gaúcho para dar andamento à negociação. Segundo Tito, é necessário sensibilizar o Ministério Público de que a prefeitura possa assumir o hospital e chamar uma instituição para tocar. Isso porque, no processo, há determinação para que a administração municipal faça uma concorrência pública visando a definição desta entidade gestora. Tito disse que o trabalho que tem sido feito nos últimos meses, depois que o Tribunal de Contas do Estado (TCE) suspendeu o edital, é para escolher uma instituição que tenha capacidade para assumir o Bom Jesus.

O chefe do Executivo de Taquara disse que a proposta é que esta instituição possa retomar todos os serviços do hospital que foram suspensos nos últimos tempos. Sobre as críticas feitas à administração municipal pela Silvio Scopel, no documento em que anunciou a renúncia, Tito disse que considera absurdas. Para o prefeito, as dificuldades sofridas pelo hospital ocorrem justamente pela desídia da Scopel no gerenciamento do hospital. “Não adianta cair querendo achar culpados, quando os únicos culpados são eles de fato”, disse Tito.


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O prefeito ainda disse que a prefeitura não teria como assumir o hospital até a terça-feira, dia 10 de março, prazo fixado pela Scopel como último dia de sua gestão. Mas afirmou que o Executivo tomará todas as medidas para não deixar a população desamparada, conversando com os hospitais da região para que assumam algumas especialidades e, também, efetuando a compra de eventuais serviços necessários junto às casas de saúde.