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Joel Wilhelm diz que setor financeiro precisa disponibilizar recursos às fábricas calçadistas

Membros das indústrias de calçados discutiram em reunião linhas de crédito oferecidas pelo BNDES. Divulgação

A crise que vem impactando o setor calçadista pode ser amenizada com a oferta de crédito mais acessível às empresas. Essa foi a tônica de uma reunião realizada na semana passada na sede da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), em Novo Hamburgo. Entre os presentes, o prefeito de Igrejinha, Joel Wilhelm, defendeu o acesso mais facilitado ao crédito.


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Participaram do encontro o presidente da Abicalçados, Haroldo Ferreira; os presidentes dos Sindicatos das Indústrias de Calçados de Igrejinha, Erno Feyh, de Três Coroas, Joel Klippel, e de Dois Irmãos, Vicente Bender; o assessor parlamentar Cinclair Machado. Por videoconferência, participaram o deputado federal Ubiratan Sanderson, e os técnicos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que esclareceram alguns questionamentos a respeito de linhas de crédito para o setor.

Segundo divulgado pela administração de Igrejinha, o prefeito Joel disse ser necessário que o setor financeiro disponibilize recursos para que o setor de calçados possa se reestruturar. No entendimento de Joel, essa medida evitaria um aumento das demissões e do fechamento de empresas.


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Desde que a crise provocada pelo novo coronavírus começou, o setor calçadista já demitiu mais de 20 mil trabalhadores no país, e, no Rio Grande do Sul, as demissões alcançam mais de oito mil profissionais. Na região, já anunciaram expressivos números de dispensas as fábricas da Calçados Bottero, Beira Rio, Usaflex e Picadilly. Segundo sindicatos de trabalhadores, também há muitas demissões ocorrendo em ateliês terceirizados que trabalham para estas companhias.