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Muitas Histórias de Uma História Só, por Érica Ostrowski

Muitas Histórias de Uma História Só

Olá, queridos amigos, volto a escrever semanalmente para o nosso Jornal Panorama, que está bem moderno, online, ao alcance de todos, em qualquer lugar do planeta. Pois, falando em qualquer lugar, a inspiração para esta nova temporada de colunas é justamente o fato de estar vivendo a experiência de poder morar em dois lugares, distantes, e muito diferentes, dentro do nosso Brasilzão.

Quero contar histórias, compartilhar com vocês coisas boas que acontecem comigo, ou no meu entorno, reflexões sobre lugares, situações e pessoas que tenho passado. Minha percepção das duas vidas onde, atualmente, me divido. Vou falar bastante sobre Vitor Alves Rodrigues, Don Vito, Barão do Cabo Branco, ou Dedé, apelido dado pelo meu neto Augusto, que facilitou muito a identificação, com o meu lado da família por conta do meu filho também se chamar Vitor. Belo nome! Hehe

Desde janeiro do ano passado, a convite do meu namorado, Don Vito, embarquei no sonho dele: depois de aposentado, morar em algum lugar do Nordeste. Ele ama viajar, tem muitas milhas e kms em sua bagagem, conhece diversos lugares e muito do nordeste do Brasil. Elegeu João Pessoa para realizar este sonho. E, assim estou, meses do ano em João Pessoa – Paraíba, e meses em Taquara – Rio Grande do Sul. As idas e vindas são conforme agenda de datas importantes, família ou de trabalho presencial. No mais, estou escrevendo um livro e faço bastante coisas online. Confesso que não fiz um planejamento prévio, rigoroso, mas foi como se eu estivesse a tempos me preparando para que a vida fosse assim. Plena como está. Aceitei, e a única adequação, quando estou em “Jampa” (nome carinhoso de João Pessoa) é relacionada ao trabalho e, para mim, apenas um novo desafio. Tudo tem sido especial. Já fui até na TV Arapuã dar entrevista. E no próximo dia 31 vou palestrar em um chá de mulheres empreendedoras, em João Pessoa.

Me sinto preparada pela maturidade e pela terapia. Sim, precisei muito de psicoterapia. Nem sempre damos conta, sozinhos, e retomar este tratamento há mais de três anos foi determinante para o meu equilíbrio e sensatez nas escolhas e decisões. Não foi fácil, mas libertador, e a vida fluiu naturalmente. Acho importante falar sobre isto para quem está lendo, e logo pensa na culpa de se afastar da família, ou peso de tantas dores ou encargos que impedem de fazer escolhas individuais. Saber que isto tem que ser trabalhado com consciência e saúde mental. Aproveito a agradecer as minhas psicólogas, sem elas esta etapa da vida seria improvável. Estou em paz comigo mesma e todos mais, assim posso deslizar pela vida, me entregar a um relacionamento amoroso saudável, manter o ótimo astral com meus filhos adultos e ainda me realizar no trabalho, seguindo firme no meu propósito de estimular as pessoas a serem mais felizes com suas próprias vidas.

Bom, queridos amigos, contei a motivação, meu processo pessoal e sobre como fui parar na Paraíba. Na próxima semana, sigo “esta resenha”. Vou contar onde e como conheci esta pessoa tão especial, Don Vito. E, para quem quer deixar de ser solteiro, aguardem!! Dicas importantes sobre relacionamento maduro.

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