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Natal Mágico de Taquara terá abertura no dia 16

 


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A aproximação do final de ano traz um colorido espe­cial às ruas centrais de Taquara, que passam a receber a decoração pro­duzida pelas voluntárias do Natal Mágico. Os trabalhos para a confec­ção das peças iniciaram em março e, há duas semanas, se encaminham para a ornamentação, principal­mente da Júlio de Castilhos e Praça Marechal Deodoro.

Aproximadamente 30 voluntárias trabalham semanalmente na produ­ção dos enfeites natalinos, em gran­de parte, confeccionados a partir de garrafas pet. A iniciativa começou há 12 anos, por ação de um grupo de mulheres que desejavam reavi­var o espírito natalino na comunida­de local. Mas, para pôr em prática, é necessário investimento de tempo e dinheiro. O trabalho de instalação, manutenção e remoção dos orna­mentos, realizado por uma empresa terceirizada, é caro. Todos os anos, há um gasto grande também com a compra de novas lâmpadas led.


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O início do Natal Mágico está previsto para o dia 16 de novembro. A Diretoria de Cultura ainda não divulgou a programação, mas infor­mou que haverá o desfile, momento de celebração pela Júlio de Casti­lhos até a Praça Marechal Deodoro. “Quando chega a noite de abertura, nos emocionamos muito”, conta Liza Arsand.

Todos os anos, o grupo procura trazer novidades para o evento. As surpresas desta edição serão árvo­res novas e mais luzes. As garrafas utilizadas na montagem das peças são angariadas pelas voluntárias, outras doadas e algumas compra­das de coletores de materiais re­cicláveis. Cada unidade é lavada, recortada, perfurada, recebe acaba­mento para então ser acoplada no enfeite, como guirlandas e árvores. “Isso aqui é só amor. Nós respira­mos, dormimos e acordamos pen­sando nos trabalhos”, compartilhou Ana Eltz.

O serviço é dinâmico, todas as envolvidas realizam múltiplas fun­ções. As produções acontecem em dois locais: um grupo maior fica em um pavilhão utilizado também como depósito, e o outro, na residência de uma das voluntárias. “Todas são muito fiéis e assíduas no trabalho”, garante Ana.

Sem moleza. Voluntárias continuam trabalhando mesmo na hora da foto. Foto: Cristiano Vargas
Grupo se reúne na casa de uma das integrantes para confeccionar parte das peças. Foto: Cristiano Vargas