Pesquisas para a eleição suplementar de Parobé só podem ser divulgadas mediante registro

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Realização de enquetes será proibida a partir da próxima quinta-feira, dia 16.

O calendário da eleição suplementar em Parobé estabelece uma série de vedações desde o dia 1º de janeiro. Uma delas diz respeito à realização de pesquisas eleitorais para o pleito, marcado para o dia 8 de março. Segundo a Justiça, as entidades ou empresas que realizarem pesquisas de opinião pública relativas às novas eleições ou aos possíveis candidatos precisam registrar este levantamento junto ao Cartório Eleitoral. Caso contrário, não é possível a divulgação dos números obtidos por meio do pleito. Nos materiais de divulgação, também é obrigatório a citação do registro e dos dados técnicos da pesquisa.


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Outra forma de levantamento relacionado às eleições, que vem sendo muito utilizada nos pleitos municipais, é a enquete, sem valor científico. A partir da próxima quinta-feira, dia 16, este tipo de consulta também não será permitido para as eleições suplementares de Parobé, conforme a resolução que disciplina o pleito. Com isso, não é permitida a divulgação de qualquer levantamento relacionado a enquetes, sob pena de multa aos partidos políticos e a quem divulgar o conteúdo. A proibição de enquetes também foi tomada pela Justiça Eleitoral no pleito de outubro, quando não será permitida a divulgação a partir de 16 de agosto.

A reportagem do Jornal Panorama foi acionada, via WhatsApp, neste final de semana, sobre possível consulta pública mediante enquete utilizando o nome do veículo em Parobé. O jornal esclarece que, desde o pleito de 2012, conforme norma editorial, não publica pesquisas eleitorais e nem resultados de enquetes para pleitos municipais, seja em conteúdo jornalístico ou em anúncios. Esta política continua em vigor e será aplicada, também, à eleição suplementar de Parobé.


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