Parobé revoga “toque de recolher” e libera setores do comércio

O prefeito de Parobé, Diego Picucha, editou, nesta quinta-feira (9), novo decreto relacionado às medidas de enfrentamento à pandemia do coronavírus. Entre as disposições, foi revogado o “toque de recolher” que o próprio Picucha havia decreto, no dia 1º de abril, e foi autorizado o funcionamento de alguns setores do comércio, com regras específicas. A regulamentação aproveita espaço aberto pelo governador Eduardo Leite, que, também nesta quinta-feira (9), concedeu às administrações municipais a possibilidade de definir normas para os setores contemplados.


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O decreto de Picucha permite o funcionamento de supermercados, restaurantes, bares, lancherias e afins sem restrição de horário. Os estabelecimentos deverão cumprir medidas de higienização e orientação aos colaboradores. O prefeito proibiu o consumo de bebida alcólica, de qualquer gênero, nas dependências dos estabelecimentos e arredores. No caso dos restaurantes, deverão disponibilizar, obrigatoriamente, um colaborador que proceda na higienização com álcool em gel na mão dos clientes na entrada do buffet.

Ainda no decreto, Picucha permitiu o funcionamento de pet shops em Parobé, mediante sistema de tele-busca. Decreto anterior do prefeito já havia autorizado o funcionamento e abertura das barbearias e salões de beleza no município, com o horário de atendimento ao público até as 19 horas. Esta regra ficou mantida, assim como a definição de que os estabelecimentos deverão respeitar o distanciamento interpessoal mínimo de dois metros entre os clientes e os atendimentos deverão ser com hora marcada, estando autorizada a espera de apenas um cliente.


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No decreto desta quinta-feira, Picucha revogou o “toque de recolher” estabelecido no começo de abril. Pela medida anterior, estava proibida a circulação de pessoas em Parobé a partir das 20h, de segunda a sábado, e nos domingos, durante todo o dia, devendo manter o confinamento domiciliar obrigatório. A única circulação permitida nestes horários seria para o acesso a serviços essenciais.

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